
A semana passada, ao chegar ao trabalho, verifiquei que o jipe com que nos últimos meses me tenho arrastado pelo trâfego de Luanda tinha o pneu traseiro do lado direito vazio. Depois de levado à oficina com quem mantemos uma parceria para as reparações da frota automóvel, devolveram-mo, «pronto», no próprio dia. Hoje ao fim da tarde, à chegada a casa, reparei que tinha o pneu dianteiro do lado direito vazio. Não é por nada, mas receio bem que este possa ser um exemplo das tais parcerias criativas.
4 comentários:
Confirmei, ao chegar aos comentários, que você tem «qualquer coisa» de intransigente, de senhor da razão, de censor!
Moderação de comentários! Tem medo de quê sôr Berto?
Acho que de parvoíces como esta sua, Vasquinho...
Sabe,sôr Berto, o lápis azul foi só picadela.
Mas adoptar como referência duas personalidades ímpares, para daí desancar no tugas?! As admiráveis crónicas do ALA eram servidas à «nossa mesa».
Evite ser vulgar. É a vulgaridade que descamba na tal «qualquer coisa» de intransigente. É fatal. Aceito as parvoíces mas não retribuo.
Quando estiver a entrar em ebolição com os tugas (como eu o entendo, aproveite para reler o O'Neil:
No sumapau seboso da terceira, contigo viajei, o país por lavar,
aturei-te o arroto, o pivete, a coceira,
a conversa pancrácia e o jeito alvar.
Senhor do meu nariz, franzi-te a sobrancelha;
entornado de sono, resvalaste pra mim.
Mas também me ofereceste a cordial botelha,
empinada que foi, tal e qual clarim!
Seja Feliz!
Confesso ter começado por hesitar entre responder ou não a este Vasco. Depois passei a hesitação para a escolha entre duas respostas:
1) Com a (crescente má) sorte que tenho tido com insectos, algo me diz que esta melga custará a desaparecer daqui...
2) Aproveitando a boleia do O'Neil, pois faça o favor de ir à merda...
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