
As anedotas continuam no julgamento do «Angolagate» em Paris. Segundo os jornais, Pierre Falcone terá argumentado que, afinal, foram «
razões humanitárias» que o terão levado, mais o sócio, a guardar metade dos quase 800 milhões de dólares envolvidos no negócio da venda de armas ao regime angolano durante a guerra civil. E quem imaginava que os fornecimentos que caíam de pára-quedas no território seriam de material bélico está rotundamente enganado. Eram, afinal, de «
água». Vai-se a ver e ainda se concluirá que tudo não terá passado de um simples engano de notas de encomenda.
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