
Uma das consequências desta minha passagem por Angola será, seguramente, a perda da carta de condução. Em Portugal, no regresso. Por aqui, pelo contrário, espero vir a tornar-me piloto de
rallye. Hoje de manhã, pela primeira vez, galguei um lancil e conduzi quase cinquenta metros por cima de um passeio com a ajuda solícita dos peões que lá se encontravam, os quais, energicamente, mo sinalizaram mal anteciparam o congestionamento provocado na estrada pelo toque entre um camião TIR e uma carrinha. Receio bem vir a viciar-me neste tipo de condução, a que alguns colegas sul-africanos vêm, certeiramente, chamando
jungle style. Mas que tem a vantagem, inquestionavelmente, de injectar adrenalina logo pela matina.
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