Quatrocentos professores cubanos vão para Angola. Surpreendentemente, enquanto em S. Salvador Sócrates abria as portas do atrelado, colocava o microfone tapado com um lenço branco ao pescoço e inaugurava o primeiro lanço da noite com um promoção de um jogo de edredons na compra de um
Magalhães, a vizinha Cuba preferia encher um barco de professores impacientes por pôr os candongueiros de Luanda a insultar toda a gente na língua de Cervantes. E, no jogo da influência linguística que nos fartamos de considerar decisiva para reganhar Angola, Cuba até bate Portugal por 4 a 2.
Mil.
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