
Indubitavelmente, o meio faz o homem. Também, o escritor. Talento e inventiva à parte, escreve-se mais e, quase sempre, melhor quando o meio apela. Foi assim na Europa berço-da-civilização-ocidental, antes, durante e depois das grandes matanças, na Rússia pré e post
gulag, na América Latina, durante a longa noite dos generais, na sempre hiper-activa América farol-do-mundo e um pouco por cada canto do planeta onde os ratos não têm permissão para invadir bibliotecas e, de alguma forma, o meio se faz à escrita. Actualmente, por exemplo, Angola. Este meio, este povo, esta vida, outros povos, outras vidas, esta pressão dos contrastes. Tivera eu tempo e disponibilidade para me internar neste enredo e era menino para começar hoje mesmo a escrever um romance.
4 comentários:
acredito que sim e eu gostaria muito de o ler, porque seria um romance com R maiusculo!
Júlia,
Grato pela aposta...
Subscrevo o 1ºcomentário.
Cumprimentos,
Maria Portuga
Maria Portuga,
Fico grato, também, pela aposta...
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